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Posts Etiquetados ‘roupa’

Função da Roupa

“A função da roupa é precisamente ocultar algumas partes do corpo, adornando-o de tal modo que, mesmo que seja “agradável vê-lo’, a atenção não se deixe absorver por ele, mas alcance a própria pessoa. De outra forma, as relações entre as pessoas — so­bretudo entre o homem e a mulher — descem a um nível infra-pessoal, que se poderia definir como “de­sumano’. É evidente que, quando o pudor é ignora­do pela moda, já não se pode falar de elegância. A única palavra que nos resta usar é a contrária: grosseria.

Continue lendo trecho do livro ” O Pudor” clicando aqui.

Modéstia? Por quê? – Jason Evert

É fundamental para nós, mulheres católicas, escutarmos com o coração aberto o que este fiél católico tem a  nos dizer. Ele cita o amado Papa JPII dizendo que para a mulher entender a modéstia, ela deve entender algo da pscicologia masculina. E isso requer humildade. Muita humildade. Que este vídeo traduzido pelo irmão Daniel Pinheiro nos inspire a querer ser amada e não “desejada”!

Testemunho da Giselle Maia

rosas-2134A Giselle Maia é esposa, mãe de três crianças e tem um blog líndissimo chamado “Eu Creio na Família”. Cada vez que leio me inspiro com seus posts e especialmente com o seu testemunho: o de uma mulher cristã. Fiquei muito feliz ao ler este comentário hoje, e acho ele tão valioso - mais que mil posts que eu possa escrever - que compartilho com vocês! De fato, um testemunho tem valor infinito! Giselle, que a Sagrada Família te faça a santa mulher que Deus sonhou deste toda a eternidade! Aceite estas rosas virtuais como uma homenagem ao seu amor pela família de St. Teresinha e pelo seu belo apostolado! Espero poder conhecê-la em breve!

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Olá, Julie!

Sempre procuro entrar aqui no seu blog! Ele é simplesmente restaurador! Você nem imagina o efeito que seus posts tem causado em minha vida!

Sabe… meu armário é repleto de calças, aliás, quando Deus colocou você em meu caminho, percebi que não tinha nenhum vestido nem saia… Pode?

Como sou uma jovem senhora de 32 anos, não me vestia nem com decotes… sempre bem compostinha… Mas nunca tinha parado para pensar no efeito das calças sobre minha feminilidade, sobre minha vocação de mãe, mulher e esposa…

De tanto ler seus posts ( fico encantada ) aos pouquinhos estou revertendo a situação. Está vetada a compra de calças para mim! Agora quando vou a uma loja olho apenas vestidos e saias… aos pouquinhos Deus vai restaurando meu armário e também as vestes da minha alma.

No início encontrei certa resistência por parte de meu esposo, pois mudança no armário significa despesa, mas quando vesti meu primeiro vestido ele gostou tanto que agora quando vamos a uma loja ele mesmo me “proíbe” de comprar calças… outro dia me deparei com uma calça muito bonita e comentei com ele… Ele logo falou para eu parar de olhar calças dizendo: “Você não quer vestidos? Por que olhar para as calças?” Fiquei muito feliz.

Sei que esta transformação será lenta… sais e vestidos por aqui são bem caras, mas uma coisa é certa calças eu não compro mais!

Posso dizer que foi ótimo conhecer você, mesmo que virtualmente… tem enriquecido bastante minha missão.

Estou trabalhando em um projeto para casais, “Matrimônio no Plano de Deus” e você me deu uma nova visão sobre a Teologia do Corpo, estou lendo novamente as catequeses de João Paulo II, e é impressionante como estou tendo uma compreensão maior e mais nítida.

Parabéns e obrigada por seu trabalho!

Seu blog, Moda e Modéstia já está há algum tempinho em meu “Blogroll” junto com os demais blogs que você me recomendou.

Obrigada por ler meus posts e comentá-los! Sinto-me bem honrada.

Faz tempo que não te envio e-mail, estou com problemas no meu computador onde ficam meus e-mails, mas logo estará tudo resolvido.

Que Deus continue abençoando seu trabalho e tornando-o cada vez mais fecunda a sua missão.

Com carinho

Giselle

Roupa para a Santa Missa

veu 1São Josemaria Escrivá,  recordando seus tempos de infância, escreveu: “Lembro-me de como as pessoas se preparavam para comungar: havia esmero em arrumar bem a alma e o corpo. As melhores roupas, o cabelo bem penteado, o corpo fisicamente limpo, talvez até com um pouco de perfume. Eram delicadezas próprias de gente enamorada, de almas finas e retas, que sabiam pagar Amor com amor.” Afirma ainda: “Quando na terra se recebem pessoas investidas em autoridade, preparam-se luzes, música e vestes de gala. Para hospedarmos Cristo na nossa alma, de que maneira não devemos preparar-nos?” (Homilias sobre a Eucaristia, Ed. Quadrante).

Não há duvida que o primeiro passo interior para demonstrar amor a Jesus Cristo é estar em estado de graça, em amizade com Nosso Senhor através da confissão. E o primeiro passo exterior é se vestir com modéstia para irmos à Igreja. Existe cada vez mais uma desproporção entre o Autor da Pureza que iremos receber e as roupas totalmente imodestas que vemos na fila da Santa Comunhão. É de fato um escândalo que já não é visto como tal por muitos, dado o mal costume que impera hoje na moda. “Se todo mundo se veste assim… não deve ser tal mal”, é o que  geralmente se escuta. Mas numa sociedade que já perdeu o senso do Sagrado e da virtude da modéstia, o que “todo mundo faz” não é – e nem será jamais -  critério para um cristão, para alguém chamado a ser santo. Neste vídeo vemos, na última moça, como a roupa imodesta choca com o uso do véu.

Não tenhamos medo de sermos diferentes por usamos roupas modestas e também o véu na Santa Missa.  Saibamos sim dar razões a quem perguntar porque atuamos desta forma! É uma oportunidade de evangelizar. Ontem mesmo tive a graça de poder conversar uma hora com uma moça que veio me perguntar sobre o véu após a Missa. Aliás, o véu – além de toda a fundamentação teólogica para o seu uso – nos ajuda muito a sermos recolhidas  durante a Missa e dar-nos conta da presença de Deus em nós ao recebê-Lo na Comunhão.

Quando se tem a certeza de que Deus está feliz com esta atitude e que estamos imitando ninguém menos que a Virgem Purissima, teremos a força que precisamos para ser luz no meio das trevas  da imodéstia que invadiu as filas da Comunhão. A frase do Papa Bento XV em 1922 na sua Encílica Sacra Propediem é forte e no entanto é isso que precisamos escutar para nos darmos conta da urgente necessidade de mudança:

“Desde este ponto de vista não podemos deixar de condenar a cegueira de quantas mulheres de todas as idades e condição; feitas tontas pelo desejo de agradar, elas não vêem a que nível a indecência de suas vestes chocam a todo homem honesto, e ofendem a Deus. A maioria delas teriam, em outras épocas, se envergonhado com esses estilos por grave falta contra a modéstia Cristã; e já não é suficiente que elas se exibam na via pública; elas não tem medo de cruzar as portas da Igreja, a assistir o Santo Sacrifício da Missa, e até de levar a comida sedutora das suas paixões vergonhosas até o Altar da Eucaristia onde recebemos o Autor celeste da pureza. E nós não estamos falando das exóticas e bárbaras danças recentemente importadas dos círculos fashion, cada uma mais chocante que a outra; não podemos imaginar nada mais apropriado para banir o que resta da modéstia”.

O Catecismo da Igreja, n. 1387 também nos ensina que:

“A fim de se prepararem convenientemente para receber este sacramento, os fiéis observarão o jejum prescrito em sua Igreja. A atitude corporal (gestos, roupa) há de traduzir o respeito, a solenidade, a alegria deste momento em que Cristo se torna nosso hóspede”.

Neste álbum de véu podemos ver vários modelos e nos inspirar! Que tenhamos a coragem de agradar a Deus em primeiro lugar e que Ele seja o Senhor do nosso coração e do nosso corpo. Amém!

Alocução do Papa Bento XV às Dirigentes da União Católica Feminina Italiana.

historiarc4Trechos da Alocução do Papa Bento XV às Dirigentes da União Católica Feminina Italiana. Para ler na íntegra, clique aqui. (tradução não oficial)

(…)

A alteração das condições dos tempos atribuíram às mulheres direitos e deveres que a anterior época não lhes permitira. Mas nenhuma mudança na ação dos homens e nenhuma novidade de coisas ou acontecimentos poderão jamais afastar a mulher, consciente da sua missão, daquele centro natural que é para ela a família. No coração doméstico ela é a rainha; e mesmo quando está longe de casa, deve encaminhar para esta não só o carinho de mãe, mas também os cuidados de sábia regente, da mesma forma que um soberano, que esteja fora do território do seu Estado, não negligencia o bem deste, mas sempre o coloca no ponto mais elevado de seus pensamentos, acima dos seus próprios cuidados. Com razão, portanto, pode-se dizer que a alteração das condições dos tempos alargaram o campo da atividade feminina: àquela ação mais íntima e estrita que ela desenvolvia entre as paredes domésticas, sucedeu-lhe um apostolado no mundo, mas este apostolado deve ser realizado de modo que a mulher, tanto fora como dentro de casa, não esqueça, ainda assim, de dever consagrar os seus principais cuidados à família.

(…)

Não esquecemos o direito que se pretende reivindicar à liberdade na educação dos filhos, porque seria coisa de bárbaros a pretensão de que quem não foi alheio à formação da parte mais vil dos filhos, também deverá manter-se afastado do cuidado e crescimento da porção mais nobre deles. Apressemo-nos, ao contrário, em alegrar-nos pelo propósito que foi feito de garantir que a mulher católica sinta, além do dever de ser honesta, o mostrar-se tal em seu estilo de vestir. Tal propósito manifesta a necessidade do bom exemplo que deve dar a mulher católica; e oh! Quão grave, quão urgente é o dever de repudiar os exageros da moda que fruto da corrupção dos seus inventores, como testemunha a digníssima Presidente da União Católica Feminina, traz uma contribuição negativa à grande corrupção geral dos costumes!

Sobre este ponto, queremos insistir de uma maneira especial, porque, por um lado, sabemos que certos estilos de vestuário, em uso hoje entre as mulheres, são prejudiciais ao bem-estar da sociedade, pois provocam ao mal, e por outro lado nos enche de admiração e espanto ver que quem favorece o veneno parece ignorar a sua ação maléfica, e quem incendeia a casa parece ignorar a força destruidora do fogo. A única suposição de tal ignorância torna explicável a infeliz extensão, que teve em nossos dias, uma moda muito contrária àquela modéstia que deveria ser o mais belo ornamento da mulher cristã: sem essa ignorância, parece-nos que nenhuma mulher poderia chegar ao excesso de usar roupas indecentes também ao aproximar-se do lugar sagrado, mesmo no apresentar-se aos naturais e mais credenciados mestres da moral cristã.

Oh! Que satisfação tivemos ao perceber que as aderentes à União Católica Feminina têm escrito no seu programa o propósito de mostrar-se honestas também na forma do vestido! Ao fazê-lo, cumprirão o estrito dever de não dar escândalo e de não ser para outros obstáculo no caminho da virtude, também mostrarão ter compreendido que, depois de ter sido ampliada a sua missão no mundo, devem dar bom exemplo, não só entre as paredes da casa, mas também no meio das ruas, até mesmo nas praças públicas.

É tão importante a necessidade desta conseqüência que reconhecendo-a as mulheres católicas devem sentir-se obrigadas, não por uma obrigação individual mas por um dever social. Por isso, gostaríamos que as numerosas inscritas na União Católica Feminina, hoje reunidas na nossa presença, realizassem entre si uma união para combater as modas indecentes, não somente em si mesmas, mas também em todos os indivíduos ou famílias, aos quais podem ser eficazes os seus trabalhos. Seria desnecessário dizer que a boa mãe não deve nunca permitir que as filhas cedam às falsas exigências de uma moda não perfeitamente castigada, mas não será supérfluo acrescentar que cada mulher, quanto maior for a posição que ocupa, tanto maior é o dever de não permitir que, quem a visita, ouse ofender a modéstia com um indecente estilo de vestir. Uma advertência, dada a tempo, impediria a renovação dessa impertinência audaz, violadora dos direitos da boa hospitalidade, e talvez o eco da culpa, chegando oportunamente a outras defensoras de modas não belas, as induziria a não manchar-se mais de vergonha, igual ou semelhante à que a sábia mulher teria reprovado mais do que advertido.

Acreditamos que, nesta união contra os vícios da moda devam dar o seu melhor os pais e esposos, os irmãos e toda a família dessas corajosas batalhadoras, certamente, gostaríamos que a promovessem e favorecessem, do melhor modo possível, os sagrados Pastores, em primeiro lugar todos os sacerdotes a quem compete o cuidado das almas, lá onde a moda tenha atravessado os limites da modéstia... e, infelizmente, já os ultrapassou em muitos lugares! Mas a nossa palavra seja acolhida principalmente por vós, amadas filhas, que hoje declarastes pretender fazer um apostolado no meio do mundo.

Não se creia somente que o bom exemplo chegue apenas à obra educadora que compete diretamente à mulher, tanto dentro como fora da família: a coragem cristã que dá vida ao bom exemplo da mulher nos ambientes viciados dos nossos dias, e perante a propagação das modas indecentes, facilita toda a missão da mulher no meio da sociedade, pois a mesma linguagem vulgar exprime um ditado de senso comum quando afirma que a virtude se impõe.

(…)

Oh! Se as novas gerações crescessem formadas nestas virtudes e, especialmente, se se falasse menos em teoria da justiça e da caridade, mas mais na prática, os debates e as horríveis questões sociais não tardariam a ter uma boa solução.

Para conseguir tal efeito desejável, a mulher católica deve apelar ao dever que têm os pais de exigir a educação religiosa para seus filhos, deve apelar à obrigação que têm as autoridades civis de não colocar aqui um obstáculo, mas acima de tudo se deve mostrar convencida da necessidade de pedir à Igreja para colocar em prática, o mais breve possível, as mais oportunas normas de ação.

(…)

Não sem razão, reservamos para nós mesmos prover às necessidades materiais das Semanas Sociais, que devem realizar-se após o primeiro Congresso Feminino felizmente celebrado. Deste Congresso e das Semanas Sociais esperamos um incremento decisivo, em primeiro lugar na organização das atividades femininas e depois, quase por necessária conseqüência, no melhoramento geral da sociedade … Oh! era verdadeiramente justo, era natural que o pai encorajasse, mesmo num modo tão sensível, a ação das filhas. Antegozamos desde já os efeitos benéficos da imaculada correspondência das filhas à nossa paternal solicitude.

Mas porque grande é a necessidade do apostolado da mulher, pois a urgência para frear o mal e para fazer florescer o bem é algo maior do que qualquer esforço possível para a criatura, levantamos nossos olhos para o Céu, e ao Céu, de onde nos pode vir o auxílio mais poderoso, confiantes endereçamos a nossa prece. Ó Senhor, seja do Vosso agrado, enobrecer com a Vossa graça os sábios propósitos da União Católica Feminina: abençoai todas aquelas que, depois de os terem manifestado nobremente, devem cuidar da sua execução, abençoai quem, com conselho ou com agir, deve promover o desenvolvimento e assegurar a eficácia da missão confiada à mulher, para que, assim como de um só indivíduo desviado se poderia dizer que foi orientado a um bom caminho pela fidelidade de uma mulher, “pois o marido infiel fica santificado por sua mulher fiel” (1Cor. VII,14), assim possa o mesmo repetir-se a respeito da sociedade atual que voltou ao caminho da salvação graças aos exemplos e aos ensinamentos, em uma palavra, graças à missão da mulher católica.”

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Grifos meus

Foto ilustrativa

“Se ele tem uma imaginação suja, problema dele”

Por Crystalina EvertTradução de Daniel Pinheiro

O jeans de cintura baixa, as camisetinhas que deixam aparecer o umbigo, os “tops” apertados. Com certeza, a gente gostava do sentimento de estar sendo “desejadas” pelos rapazes. Mas depois a gente ficava aborrecida quando eles só estavam interessados em uma coisa. A gente reclamava, mas não queria fazer nada para ajudar a consertar o problema. Afinal de contas, nossas roupas não estavam ajudando os rapazes a melhorar. A gente continuava oferecendo tudo que eles queriam…

As mulheres têm poder. Pela maneira com que nos vestimos, pela maneira com que dançamos, e pela maneira com que nos comportamos, podemos convidar um homem a ser um cavalheiro ou a agir como um animal. Portanto, se uma garota quer que um rapaz a admire pela sua inteligência e pela sua personalidade, não seria melhor que ela não o distraísse com aquele piercing no umbigo?

A questão é: “O que eu realmente quero? O que é mais excitante, ser verdadeiramente amada por um só homem, ou ser “desejada” por muitos? Para quem tem a coragem suficiente de preferir ser amada por um só, a modéstia é um convite silencioso para que os rapazes sejam homens o suficiente para conquistar nossos corações. É um convite aos rapazes, para que vejam que há muito mais em nós que somente nossos corpos. É por isso que a modéstia é chamada a “guardiã do amor”. Sem ter que dizer uma só palavra, AlanAyers_AlmostInnocentela estabelece o padrão do respeito. Mas nós nunca conseguiremos convencer um homem de nossa dignidade sem antes convercermos a nós mesmas.

A modéstia nao diz respeito somente ao exterior, porque a maneira com que nos vestimos é um sinal do nosso interior. É um sinal de que não precisamos ficar nos “atirando” visualmente para os rapazes, na esperança de ganhar sua atenção. Tenha certeza que nós temos o poder de fazer as cabeças se voltarem para nós. Mas também temos o poder de fazer os corações se voltarem para nós. Podemos procurar conduzir esses corações para o paraíso ou para nós mesmas. Mas quando fazemos a atenção deles se voltar para as partes do nosso corpo, estamos convidando-os a nos “amar” pelas coisas erradas.

O que ganha o que coração dele é o que vai mantê-lo por perto. Se ele foi ganho por um corpo, vai ser pelo corpo que ele vai ficar (pelo menos enquanto não enjoar ou perder o respeito).

Precisamos redescobrir o que as mulheres já descobriram há milhares de anos: há uma atração mais profundo pelo que não é visto. Simplificando, pureza é beleza. Ela coroa a beleza natural com o mistério. Mesmo após o casamento, a pureza e a modéstia permanecem com seu poder de cativar o coração de um homem – apenas adquire um novo significado.

Provérbios 5, 17-19 diz: “Sejam eles para ti só, sem que os estranhos neles tomem parte. Seja bendita a tua fonte! Regozija-te com a mulher de tua juventude, corça de amor, serva encantadora. Que sejas sempre embriagado com seus encantos e que seus amores te embriaguem sem cessar!”

Quando a passagem diz que o amor da mulher “embriaga” o marido, a palavra no original em hebraico também pode significar “intoxica”. Deus sabe o poder dos carinhos de uma mulher, e mesmo a visão de seu corpo leva a um mistério maior quando “não é para estranhos”.
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Trecho do livro “Pure Womanhood” (Pura Feminilidade) de Crystalina Evert, San Diego, Ed. Catholic Answers, 2008.

Perguntas sobre modéstia

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Por Jason Evert - tradução de Andrea Patrícia

…Eu realmente acredito que, no coração de uma mulher, não há desejo de parecer sexy. Existe um desejo de receber atenção, carinho e amor? Certamente. Mas, existe um desejo de ser reduzido a um objeto sexual? Nenhuma garota quer isso, mas muitas o fazem para receber gratificação emocional. Agora, quando uma garota coloca uma blusinha apertadíssima deixando a barriga de fora e mostrando o umbigo, ela não está pensando em como pretende levar os homens ao pecado. A garota pensa, “A mulher na capa da revista usou isso, e isso faz com que os homens virem-se para olhar. Então, se eu usar isso, vão olhar para mim, e eu poderia conhecer um cara legal”. Mais simplesmente: “Eu quero ser amada.”

Então, vamos assumir que uma garota vestida provocadoramente e ela atravesse o caminho de um homem realmente bom. O homem que ela anseia encontrar não é melhor por causa da roupa que ela está usando, mas porque os homens são estimulados visualmente mais do que as mulheres, a falta de pudor pode facilmente acionar pensamentos concupiscentes. Quando um homem impuro abriga estas idéias que vêm à mente, a nossa sensualidade nos separa de Cristo, fonte de amor incondicional. Será que uma mulher realmente deseja separar os homens da fonte do amor incondicional que ela busca? Se não, então porque não optar pela roupa mais modesta? Não há nada de errado em usar coisas que fazem você parecer atraente, mas como uma mulher cristã, roupas sedutoras e sexy não devem ser parte do seu armário. Se o seu coração está dizendo, “Isso é muito curto?” Ou “Isto parece demasiado apertado?” Ouça essa voz, porque ela já respondeu a sua pergunta.

Leia na íntegra exte excelente artigo aqui!

Uma peça que faz diferença

20“Eu tomei uma decisão. Se modéstia é a mais nova moda, eu quero ficar dentro dela, e não sair jamais! Eu anunciei alegremente esse fato ao meu marido. Ele levantou uma sobrancelha e olhou preocupado. Desconfio que a principal preocupação não é que ele vai estar vendo menos de mim, mas que ele vai estar vendo menos do seu dinheiro quando o meu guarda-roupa passar uma revisão de modéstia.”

Este testemunho que a Andrea Patrícia traduziu (leia na íntegra, muito legal o artigo!) me fez pensar em muitas mulheres que, descobrindo o dom de sua feminilidade, querem mudar seu guarda roupa. Sabemos que esta mudança não é fácil. Primeiro porque queremos realmente nos “livrar” logo daquelas roupas que tanto nos incomodam  (é tão constragedor ter que levantar a calça cada vez que se vai sentar!) e depois porque a sensação de voltar a ser feminina nos gera muita impaciência: queremos nos vestir bem! Nesta hora a virtude da paciência nos ajuda, até porque a maioria de nós não pode “jogar metade do guarda-roupa fora” de um dia para o outro. Mas podemos sim, com criatividade, ir modificando com poucos acessórios algumas peças que já temos, tornando-as em roupas lindas e modestas. Um destes truques é um colete de crochê ou de tecido como mostra a foto que podemos colocar em cima das regata que já temos. Simples e fácil! Para mais modelos clique aqui: Álbum “feito a mão”.

Modéstia e Beleza – uma conexão perdida

2200648977_89ca3f052b“Na nossa sociedade fragmentada, vestuário diminuto tornou-se de alguma forma associado ao progresso social da mulher, como se o “direito” a usar menos indicasse que estamos subindo no mundo. Mas a minha casual visão geral da história me leva a quase o oposto desta conclusão. Parece-me que, na maioria das culturas, quanto mais roupa uma pessoa usa, mais importante esta pessoa tende a ser na sociedade.” Regina Schmiedicke

Para ler este belo artigo, traduzido pela Andrea Patrícia, basta você clicar aqui. Aproveitem!

Sra. Asma

asma6-1Clique aqui para ver o albúm da Sra. Asma, primeira dama da Síria.