Santo Tomás, eu também quero ser puro! Ajudai-me!
Celebramos hoje a festa do Doutor Angélico, exemplo de docilidade a Deus e da pureza. Quando nem a infância é poupada da imundicíe da impureza, apenas a graça divina e a interecessão dos santos e anjos podem nos dar a coragem da fé para remar contra a maré. Deixamos aqui uma mini biografia da vida de Santo Tomás e uma oração composta por nosso irmão Alex Borges. Rezemos, implorando sua intercessão!
Tomás se torna um pregador e religioso
Aos dezenove anos de idade, Tomás de Aquino contrariou o desejo de seus pais e se juntou à Ordem dos Pregadores (Dominicanos) no seu convento em Nápoles. Por que um jovem da nobreza com toda perspectiva de um brilhante e confortável futuro escolheria a vida humilde dos irmãos da ordem de São Domingos? A mãe de Tomás, Teodora, estava determinada a mudar a cabeça de seu filho. Ela foi a Nápoles para confrontá-lo. Os superiores de Tomás, tendo sabido do plano formidável da senhora, o puseram fora do convento de Nápoles, mandando-o para Roma.
A fúria da mamãe
Teodora não se deu por vencida. Ela enviou seus dois filhos, ambos soldados do exército do Imperador Frederico II, a fim de interceptar Tomás no seu caminho em direção a Roma, e prendê-lo na fortaleza de Rocca Secca, perto de San Giovanni.
O plano
A família do jovem frei tentou de todas as maneiras fazer Tomás mudar a direção de sua vida, mas ele não se desviou de sua vocação como dominicano. Fanfarrões do sul da Itália que eram, seus irmãos acharam que, se mandassem uma mulher sedutora ao quarto de Tomás, ele iria ceder aos seus apelos, e “ver as coisas como eles viam”.
A sedutora rejeitada
A pobre mulher mal tinha entrado, quando os guardas de Tomás ouviram uma grande comoção e gritos vindos do quarto. Brandindo uma tocha flamejante, Tomás expulsou a sedutora do seu quarto. Então, usando o fogo, ele traçou o sinal da cruz na porta do quarto, ajoelhou-se ante o sinal, e rezou com lágrimas nos olhos, a fim de ser preservado em perfeita castidade por todos os dias de sua vida.
O cíngulo da castidade
De acordo com as Atas de sua canonização, Tomás teve um sonho místico no qual dois anjos lhe apareciam e cingiam seus rins (rodeavam-lhe a cintura) com um cíngulo (uma faixa ou cinta) de linho branco, dizendo: “Em nome de Deus, nos te cingimos com o cíngulo da castidade, um cíngulo que nenhum ataque jamais destruirá”. Tomás preservou a pureza de uma pequena criança até a morte.
A promoção da castidade
Tornou-se costume na Ordem Dominicana vestir um cíngulo, em honra a São Tomás, e para pedir sua intercessão na luta pela preservação da pureza. No século XV começaram a surgir confraternidades promotoras da castidade, sob a proteção de São Tomás. Em 1649, o Reverendo Padre Irmão Francis Duerwaerdes, O.P. fundou a “Milita Angelica Divi Thomae Aquinatis” (Milícia Angélica do Divino Tomás de Aquino), hoje mais conhecida como “Confraternidade da batalha angelical”. O Papa Bento XII a aprovou em 1727 como uma confraternidade apostólica sob o presídio da Ordem dos Pregadores (dominicanos).
Oração a São Tomás de Aquino
Ó boníssimo Doutor Angélico, São Tomás de Aquino:
Deus vos concedeu uma grande inteligência, a qual
colocastes a seu serviço, mostrando-nos que não nos
devemos ensoberbecer por causa da nossa racionalidade
humana, mas reconhecê-la com gratidão a Deus, como
dom seu, e por ela e pela fé, unir-nos cada vez mais a
Deus. É a santificação da inteligência.
Ajudai-nos também a santificar a nossa inteligência
e alcançai-nos de Deus, pelos méritos da paixão, morte e
ressurreição de Jesus Cristo, se for conforme à
vontade divina a graça de…
Fonte: Vultus Christus/ Tradução Daniel Pinheiro
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Os parâmetros imodestos do mundo
“As vestes do corpo, o riso dos dentes e o modo de andar de um homem fazem-no conhecer” (Eclesiástico 19, 27).
Os parâmetros que são exaltados hoje no mundo não condizem com o que a Igreja, nossa Mãe e Mestra, ensina. Hoje se exalta a sensualidade, a vaidade, o hedonismo, o individualismo. Todos estes são problemas do homem moderno. Problemas que atrapalham o ser humano na busca daquilo que é mais importante: Deus e sua santa vontade!
Deus nos quer puros[1]. E na busca pela pureza enfrentamos muitos obstáculos, sofremos todo tipo de pressão para sermos imodestos: são milhares de imagens indecentes espalhadas pelos websites, bancas de jornais, postes de rua, cinema e televisão; são piadas e historinhas obscenas, conversas e músicas maliciosas e despudoradas, roupas e modos provocantes, enfim, o que não falta é incentivo para viver impuro. Como faremos? Fugir do mundo não é possível. Temos então que buscar nos fortalecer através da oração e das práticas que a Igreja oferece como sendo importantes para a nossa alma. Também temos que buscar saber o que a Igreja ensina sobre o pudor, a pureza, a modéstia. Assim iremos nos fortalecer para as batalhas. Sim, porque vivemos uma guerra nos dias atuais. São “tiros de impureza” por todos os lados.
Uma boa proteção nesta guerra, um escudo de defesa, é a modéstia[2]! Quando nos resguardamos através de nosso vestuário, de nossos modos e maneiras de andar, sentar, parar, falar, nós estamos dificultando o “trabalho” da impureza e facilitando o nosso aperfeiçoamento espiritual. Agindo com modéstia nós enviamos uma mensagem ao mundo: “queremos ser respeitados, queremos ter nossa intimidade reservada. Não queremos fazer parte de um reality show onde nossos corpos e nossa vida íntima ficam expostos aos olhos do público”:
“A pureza exige o pudor. Este é uma parte integrante da esperança. O pudor preserva a intimidade da pessoa. Consiste na recusa de mostrar aquilo que deve ficar escondido. Está ordenado para a castidade, exprimindo sua delicadeza. Orienta os olhares e os gestos em conformidade com a dignidade das pessoas e de sua união.” (CIC 2521)
As modas, as festas, os filmes, as músicas, tudo isso passa e um dia teremos que prestar contas a Deus daquilo que fizemos, pensamos, fomos. Neste momento nenhum daqueles que incentivam você a ser sexy, a parecer rico, a ser rebelde, vão estar lá para te apoiar. Vai ser só você e Deus. É importante pensar nisso.
As pessoas hoje estão tão mal acostumadas com a indecência que acham normal a exposição dos corpos. Mas não é. Se estudarmos um pouco o que diz a Igreja veremos que o mundo oferece veneno. A Igreja oferece o antídoto necessário para nos curarmos e os escudos para nos protegermos:
“Estes meios são: disciplina dos sentidos e da mente, vigilância e prudência evitando ocasiões de pecado, a observância da modéstia, moderação na recreação, ocupações saudáveis, oração assídua e recepção freqüente dos Sacramentos da Penitência e da Eucaristia. As pessoas jovens especialmente deveriam nutrir seriamente devoção à Mãe Imaculada de Deus e ter como exemplos as vidas de santos e outras pessoas fiéis, especialmente os jovens que se superaram na prática de castidade.” [3]
Escutemos docilmente os conselhos da Igreja e poderemos ser puros e modestos como Deus deseja!
[1] “Porque esta é a vontade de Deus: a vossa santificação; que eviteis a impureza. I Tes 4, 3
[2] “A modéstia é a guardiã da castidade” e, portanto da pureza segundo a Doutrina católica. (Cf. n. IX Declaration on Certain Questions Concerning Sexual Ethics (Declaração sobre algumas questões de Ética Sexual), Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 29 de dezembro de 1975. (Tradução do Vaticano, L’Observatore Romano) . Também o Papa Pio XII nos ensinou que a nossa modéstia deve ser “conhecida por todos” ao falar sobre a moda:“Moda e modéstia deveriam caminhar juntas como duas irmãs, porque ambos os vocábulos tem a mesma etimologia; do latim “modus”, quer dizer, a reta medida além e aquém da qual não se pode encontrar o justo. Mas a modéstia não é mais moda! Muitas mulheres, como aqueles pobres e tolos que perderam o instinto de auto-conservação e a noção do perigo e se atiram no fogo ou nos rios, esqueceram da modéstia cristã por vaidade e ambição: vão miseravelmente ao encontro de perigos onde sua pureza pode encontrar a morte. Se entregam à tirania da moda, até da moda imodesta, como se não suspeitassem mais, nem mesmo da sua inconveniência; perderam o próprio conceito do perigo, perderam o instinto da modéstia. Para ajudar estas pobres mulheres a reconhecer o seu dever servirá o seu apostolado, sua cruzada no mundo: ‘modestia vestra nota sit omnibus hominibus Dominus prope’” (Fil 4, 5)”.) S.S Pio XII 6.10.09
[3] Idem n. XII [http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19751229_persona-humana_en.html]
Modéstia Masculina: o que vem a ser isto?
Muito se tem discutido sobre a modéstia feminina, frisando, sobretudo, que tipo de traje seria adequado ou não para uma mulher católica. A resposta tem se tornado cada vez mais clara, pois surgem traduções importantes de declarações papais, textos relevantes de grandes santos e teólogos, que vão dando precisão aos argumentos em favor da moralização das vestes femininas. Vê-se, com grande entusiasmo e esperança cristã, reerguer-se a dignidade da mulher católica; vê-se a tradição que golpeia mais uma vez a serpente revolucionária, que desde o princípio tentou a todo custo degradar essas mulheres, tornando-as escravas do pecado, dos homens e de si mesmas. É nesse momento de robustecimento da fé católica, com essa bela reação contra as roupas imorais para as mulheres, que nos aparece nova questão: e para os homens, existe a virtude da modéstia no vestir? E quais seriam as regras a se seguir?
Para responder a estas perguntas é preciso ter claro o fato da diferença psicológica de homens e mulheres, e ter isto em mente significa perceber que existem maneiras específicas de olhar o mundo e o que nele existe que são muito próprias para cada sexo. Disso decorre que a modéstia deve ser observada por ambos de maneira condizente à sua própria natureza. O homem, assim como a mulher, deve seguir as regras do pudor, da castidade e da higiene, e, além disso, deve ter sempre presente qual é o seu papel e missão na Criação. O homem é uma das “duas expressões diversas da natureza humana”1[1]; e se existem essas duas expressões, elas não podem ser iguais, pois se fosse assim não seriam duas, portanto devem diferenciar-se em pelo menos alguns aspectos, tendo características inerentes que as tornem únicas, mas ao mesmo tempo complementares – já que formam uma mesma natureza humana. Para a mulher, podemos, olhando para o exemplo da mulher por excelência, a Virgem Santíssima, recolher traços particulares do seu modo de ser, que seria: humildade, meditação, silêncio, submissão, delicadeza; é, acima de tudo, a força espiritual – como retratou a historiadora Gertud Von Le Fort: a mulher representa a força invisível que move o mundo. Já para o homem podemos tomar como exemplo o chefe da Sagrada Família, o glorioso São José, que na ladainha composta em sua homenagem é saudado como casto guarda da Virgem, sustentador do Filho de Deus, zeloso defensor de Jesus Cristo, fortíssimo, modelo dos operários, sustentáculo das famílias e protetor da Santa Igreja.
Notem que não se trata de dizer que essas virtudes são somente masculinas ou femininas, pois se poderia objetar que determinadas mulheres se sobressaíram na história exatamente pela firmeza, como foi o caso de Santa Joana D’arc, ou que alguns homens se santificaram exatamente pela submissão e certa docilidade. Quanto a isto não haja dúvida: não se trata de dizer que existem vias exclusivas de santificação para homens e mulheres, mas de fazer nota da existência de atitudes peculiares, enquanto homens e mulheres em geral.[2]
Antes que sejamos capazes de indicar as roupas mais adequadas para o homem vestir, temos que definir como se encontra a moda masculina como um todo. Quanto à moda feminina não temos dúvida do seu estado atual: prevalece a moda mundana e imoral, que iguala a sua forma de vestir à das prostitutas[3]. Já para a moda masculina prevalece uma atual presença da cultura homossexual na forma como os homens, em geral, se vestem.
Talvez não seja tão claro para um homem ter noção disto – se ele não prestar atenção no que foi sendo incorporado ao seu guarda-roupa: camisetas, regatas (comumente de número abaixo ao que ele deveria estar usando), cores femininas, estampas (anjos, dragões, mulheres, “tribais”, números aleatórios, frases sem sentido…), florais, colares, pulseiras, brincos, cintos estilizados (prateados, rebites, etc.), anéis, calças justas ou de estampas duvidosas, e por aí adiante – se o leitor ainda não se sentir capaz de visualizar o que estou tentando dizer, veja as fotos no fim do artigo e compare como os homossexuais se vestiam décadas atrás e como os homens costumam se vestir hoje. Como chegamos a este ponto?
Dentre os vários pontos relevantes, destacamos:
1 – De acordo com certa ideologia corrente nos nossos dias, “ninguém nasce homem ou mulher”, mas sua identidade é construída na vida em sociedade, e essa identidade seria supostamente arbitrária. Estas pessoas pretendem dizer que não existe diferença ontológica alguma entre homens e mulheres, mas que tudo é construção;
2 – Esta mesma ideologia, por ser desconstrucionista – e por isso mesmo destrutiva de toda ordem natural -, postula que estas mesmas identidades não podem ser classificadas apenas como identidades de mulher ou de homem: há uma multiplicidade de identidades de “gênero” – as quais definem como: gay, lésbica, transexual, travesti, etc.; completam a abominação dizendo que nenhuma destas identidades são fixas, mas que as pessoas transitam, durante a vida, por várias delas;
3 – É este tipo de ideologia que está sendo utilizado para eliminar as diferenças sexuais estabelecidas e queridas por Deus[4]; todos os aspectos da psicologia humana e todos os âmbitos da sociedade são atingidos quando este tipo de pensamento se alastra. Quando isto acontece, tudo aquilo que é produzido nesta sociedade está contaminado por tal concepção, de modo que desde a propaganda de eletrodomésticos, passando pela moda, e principalmente pela forma que as pessoas se relacionam entre si, apresentam resultados do esforço ideológico destrutivo.
Todo este pensamento, no entanto, pode ser definido em uma palavra: igualitarismo. Tendência de tudo igualar, de abolir as diferenças – principalmente aquelas queridas por Deus: começou derrubando a hierarquia da Igreja de Cristo (Reforma Protestante); continuou sua obra abalando as monarquias (Revolução Francesa); mais tarde quis abolir as classes (Comunismo); hoje quer abolir os sexos, as idades, as culturas (Revolução Cultural e também o Estruturalismo), e transformar tudo numa massa uniforme, onde ninguém é mais ou menos que ninguém, todos valem o mesmo.
Na moda masculina, a tendência igualitária procurou o mesmo caminho descrito acima para alcançar o seu fim último, que neste caso vem a ser a abolição da diferença entre os sexos. Desde a sua primeira intervenção na moda, o igualitarismo já tinha em si o poder de confundir os sexos, de destruir toda a indumentária que deixasse marcada a diferença existente entre o homem e a mulher. Na Revolução Francesa, por exemplo, o igualitarismo inventou o paletó, onde todos os homens, desde o porteiro ao rei passaram a usá-lo – moda que durou até os anos 50 do século XX. Quando a calça é introduzida no guarda-roupa feminino, isto também traz graves conseqüências para os homens, pois uma peça que era claramente masculina se tornou unissex – e esta palavra que também virou moda: a moda unissex; inconcebível há pouco tempo atrás. Moda unissex não se trata somente de uma mesma peça que pode ser usada por homens e mulheres (uma camiseta branca que você compra e pode presentear tanto a João quanto a Maria), mas o fato de que quase toda espécie de vestimenta hoje é produzida para ambos os sexos. Exemplos: a camisa pólo masculina e feminina, a calça, a jaqueta, o colete, a camisa social, o terno, a bermuda, e por aí vai. E o que diferencia estas peças é algo muito tênue, é certa tendência para cores ou estampas (fato que tende a diminuir a cada ano), é uma mudança mínima no corte.
Se por um lado o fato de que as mulheres incorporaram o uniforme de trabalho (a camisa masculinizada e as calças) no seu guarda-roupa contribuiu para o igualitarismo, o caminho oposto – ou seja, o homem incorporar indumentárias femininas -, estava facilmente definido e fadado a acontecer. Este caminho se encontrava na maneira como os homossexuais se vestiam, pois eles já usavam roupas e acessórios afeminados. O caminho mais fácil não era ligar este homem à moda de sua esposa, mas estender a cultura gay para todos os homens. E esta cultura, de fato, fez duras investidas contra as vestes masculinas: notamos claramente através de movimentos como o hippie; no Brasil, o tropicalismo; estendendo-se pela difusão das boys band. Costumávamos rir do New Kids on The Block, na década 80, e de como eles se vestiam afetadamente como homossexuais; vá a uma Micareta hoje e veja como os rapazes se arrumam.
Este igualitarismo[5] é o primeiro mal do qual o homem católico deve fugir ao escolher que roupa irá usar. E para isso, é necessário que ele reconheça sua dignidade como filho de Deus, cuja missão é, antes que qualquer outra, refletir a paternidade divina. Numa época cuja nobreza da vocação paterna e materna é colocada permanentemente em dúvida e ridicularizada[6], sendo utilizado para isto também a moda, significa que passou da hora de uma reforma moral. Esta reforma começa com o nosso “fiat” a Deus e tem uma repercussão direta no momento em que formos à nossa próxima compra de roupa.
[1] Dietrich Von Hildebrand. O Amor Entre o Homem e a Mulher.
2 Cf. CIC 369-371
[3] Cf. Carta aos bispos sobre a moda imodesta (1954) e discurso de Pio XII, às garotas da Ação Católica, 22 maio 1941: “Enquanto certos modos provocantes de vestir permanecem como triste privilégio de mulheres de reputação duvidosa e são quase um sinal que as faz reconhecer, não se ousará, pois, usá-los para si; mas no dia em que aparecerem como ornamentos de pessoas acima de quaisquer suspeita, não se duvidará mais de seguir tal corrente, corrente que arrastará talvez para dolorosas quedas”.
[4] Tal como a autora feminista Shulamith Firestone escreveu na “Diáletica do Sexo” (The Dialectic of Sex): “Assim como a meta da revolução socialista era… a eliminação da… distinção da classe econômica como tal, assim a meta da revolução feminista deve ser a eliminação da… distinção do sexo como tal [de forma que] a diferença genital entre seres humanos não teriam mais nenhuma importância culturalmente. Citado em: http://christopherwest.com/page.asp?ContentID=120
[5] “Devemos acentuar a diferença, ao menos como tática de argumentação, porque um dos vícios de nosso tempo consiste precisamente em procurar a simplificação da uniformidade. A desordem de nosso tempo consiste em tender para o amálgama, para o informe, para a massa, para a sociedade sem classe, para um mundo sem limites, para uma vida sem regras, para uma humanidade sem discriminações. Ao contrário disto, a sociedade que desejamos construir é uma sociedade ricamente diferenciada, e nitidamente hierarquizada.(…) E, quanto mais infantil for a criança, e quanto mais mulheril a mulher, e quanto mais varonil o homem, tanto melhor realizaremos em cada situação concreta a ordem, cambiante mas verdadeira, que é o fundamento da felicidade dos povos. O bem, a perfeição da sociedade, está na infantilidade da infância, na feminilidade da mulher, na masculinidade do homem”. Gustavo Corção, Vocação da Mulher
[6] http://rosamulher.wordpress.com/2010/01/13/a-imagem-de-mulher-objeto/
“Antes morrer que pecar”
Estou lendo a biografia de São João Bosco e… como sempre quando leio a biografia de um santo, estou me apaixonando por este Mestre e Pai da Juventude! Seu amor a Deus, seu zelo pelas almas e a dedicação total aos seus “meninos” é a imagem perfeita de um sacerdote que entendeu sua vocação e seu chamado. Ah, cada diálogo que gostaria de poder trasncrever aqui… Recomendo o livro de Terésio Bosco e convido a todos começarem a preparação para sua festa, dia 31 próximo, com uma novena, escrita por ele em honra a Nossa Senhroa Auxialiadora.
Lembrando que ele foi pai espiritual de São Domingos Sávio, um dos santos mais jovens canonizados pela Santa Igreja e cuja vida pode ser resumida nesta frase: “antes morrer que pecar”.
Dizia: “Quero pedir muito, muito, à Santíssima Virgem e ao Senhor que me mandem antes a morte que deixar-me cair em um pecado venial contra a modéstia”.
Poderíamos hoje tomar a resolução de pedir esta mesma graça a São João Bosco e a São Domingos Sávio!
Deixo aqui o Hino Oficial da canonização de Dom Bosco
I – Os sinos maviosos difundam nos ares
As notas sonoras de um hino festivo;
O Pai das crianças um dia sonhadas
Num sonho celeste, voltou redivivo
Na esplêndida aurora de Páscoa triunfa
E volta apressado, zeloso à peleja;
As almas incautas, nas trevas envoltas,
Conduz ao aprisco sereno da Igreja.
Refrão:
Dom Bosco, Dom Bosco,das almas amigo,
Nos leva contigo aos pés de Jesus!
II – Dom Bosco contempla: nas ruas, nas praças,
Que os ímpios outrora povoavam abjectos,
aonde corrias ansioso, à conquista
Das almas crianças, _ os teus predilectos _
Apinham-se agora falanges de jovens,
Num frémito puro de amor e de gozo:
É a grei que sonhaste que infinda te aclama,
Apóstolo Santo, Pai, Mestre amoroso!
III – Só tinhas nove anos e o apelo celeste
Da excelsa Rainha feliz, escutaste!
Por ela guiado em sendas difíceis,
Penosas sangrentas, os jovens buscaste!
Teus filhos nós somos, que aqui celebramos,
Teu nome que o mundo, glorioso hoje invade!
É o nome do Mestre que a Virgem bondosa
Nos deu no caminho, do bem, da verdade!
IV- No mundo passaste co´a fronte nimbada
De paz e doçura, de meigo sorriso;
Deus hoje cingiu-te de um nimbo de glória
De luz fulgurante no seu Paraíso!
A Mãe que tiveste por Mãe nos deixaste:
A virgem das virgens, o auxílio dos crentes;
Noss`alma nutriste com o Pão do Sacrário
Que é vida, que é força das almas languentes!
V – Dom Bosco, tu passas levado em triunfo!
Contempla as crianças que as mães pressurosas
Confiantes te trazem, para que lhes dispenses
Os doces carinhos, as bênçãos valiosas!
E à tua passagem levanta-se um brado
Uníssono, ardente: Dom Bosco! Dom Bosco!
Mil peitos repetem: Dom Bosco, não partas,
Escuta teus filhos! Ó fica connosco!
Santo Dom Bosco, rogai por nós!
São Domingos Sávio, rogai por nós!
A imagem de mulher-objeto
É muito cansativo olhar revistas femininas mundanas. As propagandas são tão falsas que, uma vez libertadas desta imagem falsificada que nos querem impor [e dizem que a razão última para isso é a ... razão econômica, pois como as indústrias venderão seus produtos se a mulher "alcançar" este ideal-patético que nos vendem com seus photoshops?], simplesmente tomamos repugnância destas publicidades. Mas a verdade é que elas estão aí, em toda esquina, em sites e lojas, intoxicando todo o ar moral da sociedade. Quando iremos despertar para reconhecer a esplêndida beleza criada por Deus para cada mulher, para cada idade, para cada etapa que estamos chamadas a viver como filhas de Deus? Este texto de Mikel Gotzon Santamaria Garaia é curto e muito valioso! Meditemos e arranquemos de nossos corações – com a graça de Deus – esta imagem deformanda e no seu lugar coloquemos a imago Dei, aquela que Deus desenhou especialmente para cada uma de nós!
Mikel Gotzon santamaria Garaia
Adaptado por Andrea Patrícia
Imagem da publicidade hoje: mulheres sempre sensuais e solteiras. Objetos para consumo.
Se agora nos perguntarmos qual é a imagem do corpo de mulher que os meios de comunicação nos têm vendido, dar-nos-emos conta, com surpresa, de que não é, de forma alguma, a imagem de um corpo de mãe. Se nos limitamos ao que nos têm metido pelos olhos, mais que mães, as mulheres são outra coisa, que é melhor não dizer agora. Digamos que, socialmente, a imagem do corpo de mulher que nos é apresentada hoje é a de mulher-objeto.
Mas então, tiramos a conclusão de que nos têm enganado. Têm-nos vendido uma imagem falsa, inadequada, incompleta. Mais ainda, a idéia de mãe não entra de forma alguma nessa imagem do corpo feminino que os meios de comunicação criaram, do mesmo modo que a idéia de pai está ausente da imagem do homem. Mas vimos há pouco que, se uma pessoa se põe a considerar friamente o que é típico de um corpo de mulher, tira a conclusão de que o que tem de específico e atrativo é o que tem de possível mãe. Não é lógico que seja mais difícil viver adequadamente as relações entre homens e mulheres, se partimos desta imagem enganosa dos meios de comunicação? Naturalmente, é muito difícil entender o sentido e a grandeza do amor sexual se a nossa cabeça enfrenta este assunto a partir dessa imagem.
O surpreendente deste engano destaca-se, ainda mais, se fizermos a nós próprios a seguinte pergunta: posso incluir a minha mãe nessa imagem de mulher que me têm vendido? Serve-me essa imagem para entender o que é a minha mãe? A resposta óbvia é que não. O que se passa? É que por acaso a minha mãe não é uma mulher? Evidentemente que é. E, se compararmos, diremos que a imagem que temos de nossa mãe é bastante mais completa, como mulher, que essa imagem de mulher-objeto.
E, todavia, se pensamos qual é a imagem corporal que serve ao homem para olhar as mulheres, qual é a imagem que serve à mulher para olhar-se a si própria e para apresentar-se perante o homem, veremos que é antes essa imagem de mulher-objeto que nos venderam os meios de comunicação. Isso notar-se-á, por exemplo, na forma de vestir que impõem algumas modas, nas atitudes perante o homem, etc. Por isso, para sair deste erro de base, temos de dar-nos conta do engano e reconstruir, no nosso interior, uma imagem de mulher que seja mais completa e verdadeira, que possa se adequar melhor aos dados mais elementares do sentido comum, quando pensamos por nossa conta e não nos deixamos influenciar pela publicidade.
(Mikel Gotzon Santamaría Garai, em “Saber Amar com o Corpo”)
A Emancipação da Mulher – [Encíclica Pio XI]
A emancipação da mulher (n. 75-79 da Encíclica Casti connubii, 1930)
Os mesmos mestres do erro, que por escritos e por palavras ofuscam a pureza da fé e da castidade conjugal, facilmente destroem a fiel e honesta sujeição da mulher ao marido. Ainda mais audazmente, muitos deles afirmam com leviandade ser ela uma indigna escravidão de um cônjuge ao outro; visto os direitos entre os cônjuges serem iguais, para que não sejam violados pela escravidão de uma parte, defendem com arrogância certa emancipação da mulher, já alcançada ou por alcançar. Estabelecem, mais, que esta emancipação deve ser tríplice: no governo da sociedade doméstica, na administração dos bens da família e na exclusão e supressão da prole, isto é, social, econômica e fisiológica. Fisiológica por quererem que a mulher, de acordo com sua vontade, seja ou deva ser livre dos encargos de esposa, quer conjugais, quer maternos (esta mais do que de emancipação deve apodar-se de nefanda perversidade, como já suficientemente demonstramos). Emancipação econômica por força de que a mulher, ainda que sem conhecimento e contra a vontade do marido, possa livremente ter, gerir e administrar seus negócios privados, desprezando os filhos, o marido e toda a família. Emancipação social, enfim, por se afastarem da mulher os cuidados domésticos tanto dos filhos como da família, para que, desprezados estes, possa entregar-se até às funções e negócios públicos.
Caminho da corrupção
Todavia, esta emancipação da mulher não é verdadeira nem é a razoável e digna liberdade que convém à cristã e nobre missão de mulher e esposa; é antes a corrupção da índole feminina e da dignidade materna e a perversão de toda a família, porquanto o marido fica privado de sua mulher, os filhos de sua mãe, a casa e toda a família de sua sempre vigilante guarda. Pelo contrário, essa falsa liberdade e essa inatural igualdade com o homem redundam em prejuízo da própria mulher; porque, se a mulher desce daquele trono real ao qual ela foi elevada pelo Evangelho dentro das paredes do lar doméstico[1], depressa cairá na antiga escravidão (se não aparente, certamente de fato), tornando-se, como no paganismo, mero instrumento do homem.
Justa igualdade
Esta igualdade de direitos, porém, que tanto se exagera e se enaltece, deve reconhecer-se em tudo o que é próprio da pessoa e dignidade humana, e que resulta do pacto nupcial e está na essência do matrimônio; nestas coisas certamente ambos os cônjuges gozam inteiramente do mesmo direito e estão ligados pelo mesmo dever; quanto ao resto, deve existir certa desigualdade e moderação, que o próprio interesse da família e a necessária unidade e firmeza da ordem e da sociedade doméstica requerem.
Se, no entanto, em qualquer parte as condições sociais e econômicas da mulher casada tiverem de transformar-se algum tanto devido à alteração dos usos e costumes da convivência humana, compete ao poder público adaptar às necessidades e exigências hodiernas os direitos civis da mulher, tendo sempre em vista o que é requerido pela diversa índole natural do sexo feminino, pela honestidade dos costumes e pelo interesse comum da família, e desde que também a ordem essencial da sociedade doméstica permaneça intacta, como instituída que foi por uma autoridade e sabedoria mais alta que a humana, isto é, divina, e que não pode mudar-se por leis públicas ou pela vontade dos indivíduos.
Sobre a areia…
Mas vão ainda mais além os modernos destruidores do matrimônio, ao substituir o sincero e sólido amor, fundamento do íntimo prazer e da fidelidade conjugal, por uma cega conveniência de caracteres e harmonia de gestos, a que chamam simpatia, cessada a qual sustentam que se afrouxa o vínculo único por que se unem as almas e que se dissolve plenamente. Que será isto senão edificar uma casa sobre a areia? Diz Cristo Nosso Senhor que, apenas ela seja assaltada pelas vagas da adversidade, logo vacilará e ruirá: “E sopraram os ventos, e investiram contra essa casa, e ela caiu, e foi grande a sua ruína” (Mt 7, 27). Ao contrário, uma casa que tenha sido construída sobre a rocha, isto é, sobre o mútuo amor entre os cônjuges e firmada numa consciente e constante união das almas, jamais será sacudida ou abatida por nenhuma adversidade.
[1] Traduzido esta frase da versão inglesa: “…truly regal throne to which she has been raised within the walls of the home by means of he Gospel”
Igreja não ignora a imodéstia na moda
“Ninguém pode ser ignorante do fato que, especialmente durante a estação de Verão, aqui e ali se têm visões que não podem senão ofender os olhos e almas dos que não consideram de importância secundária, ou que não menosprezam completamente, a virtude cristã e a decência humana. Não só nas praias e em locais de recreação no feriado, mas quase em todos os lugares, até mesmo nas ruas das cidades, nos lugares públicos e privados, e quase até mesmo dentro das igrejas, está sendo difundido um modo de vestuário indigno e inadequado. Para a alma da mocidade, tão inclinada ao mal, há o grande perigo de que este abuso entregue a sua inocência, o mais precioso e mais belo ornamento da alma e do corpo, ao sopro da morte. Os adornos da mulher, “se é que pode ser chamado de vestuário o que não protege nem o corpo nem a modéstia”[2], às vezes são tais que parecem encorajar a lascívia em vez da modéstia.”
(…)
“Vocês acima de tudo, a quem o Espírito Santo deu poder como Bispos, para reger a Igreja de Deus”[5], vocês, Bispos, têm que considerar cuidadosamente este tipo de assunto, tomar sob seus cuidados e promover com todo seu poder toda iniciativa para proteger a modéstia e restabelecer a moralidade cristã.”
Este trecho é de uma Carta da Igreja Católica aos Bispos sobre a imódestia na moda contemporânea. O que A Igreja disse em 1954 naquele ano é válido para o ano de 2010! Este precioso documento merece ser estudado com muita profundidade.
Pedimos que você evangelize divulgando no seu site/blog/contatos/paróquias este documento fazendo um bem para as almas! Deus lhe pague!
Adquira o seu véu!
O uso do véu, que tem seu fundamento bíblico e seu testemunho da vida de todas as santas, é altamente recomendado por aqueles que reconhecem o valor da Sagrada Liturgia. Para facilitar a sua compra, a Luciana se prontificou a vender o véu como se vê nas fotos abaixo.
O valor dele está em R$ 15 reais, e como a intenção é facilitar para que todas as mulheres possam comprar, o preço inclui apenas o custo. O metro da renda custa R$ 22,00 (um véu leva metade) + 3m de bico de renda para contornar (este da foto custa R$ 1,20 o metro). E ela explica: ” como não tenho “estoque” de rendas em casa, posso voltar no lugar onde comprei a minha e fazer exatamente como o meu véu. Ou será outro tema de flores. Para as moças que querem cor preta, provavelmente o “tema” das flores será diferente. Também vi que existem véus de outras cores, que não branco e preto… a pessoa escolhe o que quiser. Se houver uma variação no preço que eu propus (15,00) vai acompanhar o preço da renda e do bico. A despesa do correio é por conta da pessoa e varia de acordo com o lugar onde mora, e que modalidade (sedex, pac) ela escolher.
Inspire-se contemplando Nossa Senhora com sua santa modéstia e encomende logo o seu véu!
Entre em contato com a Luciana pelo e-mail: lucianalachance@hotmail.com
Artigos relacionados com o véu:
Estudo teológico sobre o véu (em inglês)
E ainda o Blog Velatam, especialmente dedicado ao uso do véu.
St. Inês, Virgem e Mártir
Celebramos hoje a Festa de Santa Inês, modelo de pureza e modéstia! Quanto precisamos da sua intercessão e de seu amor por esta virtude negligenciada por muitos. Quanto precisamos deste zelo para defender-nos dos ataques físicos e espirituais até a consumação final:
No auge do furor, vendo baldados todos os esforços e posta a ridículo sua autoridade, o juiz teve uma inspiração diabólica: de mandar a donzela a uma casa de pecado. Inês respondeu-lhe: “Jesus Cristo vela sobre a pureza de sua esposa e não permitirá que lh’a roubem. Ele é meu defensor e abrigo. Podes derramar o meu sangue. Nunca, porém, conseguirás profanar o meu corpo, que é consagrado a Jesus Cristo”.
Pedindo o socorro celeste desta admirável donzela, rezemos o Hino do Ofício Divino para sua festa:
Santa Inês preferiu a morte ao pecado e não ligou importância nem a ameaças, nem a promessas. Se queres conservar a virtude da pureza, fecha os ouvidos às vozes acariciadoras do mundo e foge das ocasiões. Onde estaria Santa Inês, se não tivesse heroicamente resistido à tentação? Onde estarás na eternidade, se não imitares o exemplo desta gloriosa virgem e não desprezares firmemente os incitamentos do tentador? Combate o bom combate da fé e trabalha para conquistar a vida eterna”.(I. Tim. 6, 12)
Um trecho de um poema do Papa Dâmaso relata:
“Disseram-nos que Inês teve a coragem diante do surto da perseguição de apresentar-se espontaneamente ao juiz: não parou diante de ameaça e não teve medo diante do fogo aceso para queimá-la, ainda encontrou forças para cobrir-se com o cabelo para não expor seu corpo, templo vivo do Senhor. Ó Virgem venerável, mártir esplendida, ouve a oração do Dâmaso: ‘Obtenha-me a graça de ser capaz de viver e testemunhar o pudor da vida.’”
Rio de Janeiro e Modéstia
Encontrei algumas fotos interessantes da cidade que hoje celebra seu padroeiro, São Sebastião. Apesar de já estar com mangas curtas e alguns decotes ainda se pode ver claramente nas fotos a diferença da veste masculina/feminina assim como as diferenças de roupas dos adultos e das crianças:
A inculturação levava as pessoas a se vestirem com modéstia, como vemos estas duas belas mulheres, de traços indígenas, indo para a Santa Missa:
As freiras estavam vestidas como tais, e não acredito que o calor de então fosse diferente do atual…
E até de longe dava para perceber a diferença da divina criação de Deus, que fez “homem e mulher”, diferença que a roupa deve refletir.
Que o Rio de Janeiro, cidade natal também da minha amada mãe, não queiram “voltar ao passado” ao olhar para estas fotos, mas se inspire para ser ainda mais belo, mais modesto, mais maravilhoso graças à intercessão de São Sebastião e que as mulheres católicas cariocas sejam exemplos de modéstia para todo o Brasil!








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